COLEÇÃO INÉDITA: Um rio chamado comboio da linha de Sintra

Capítulo VI - Como é fazer cinema negro português?

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Sinopse

deste Rio Chamado Comboio da Linha de Sintra, por hora, o que vocês vão ver é um retrato desembaçando, é uma poesia-reflexo, um rascunho bonito, do que vivemos ao caminhar por essa estrada. coisas complexas, bonitas. coisas amorfas, maternas… e mesquinhas.

 

por hora, por agora… para hoje, neste instante. o que vocês vão ver é uma extensa fotografia, esboçada em episódios que se cruzam nas ideias que materializarão o filme que queremos… são experiências de imagens, experiências de gestos, confrontalidades. mas também rostos bonitos, línguas inteiras, interinas… e muitas vidas misturadas. frutos desse complexo processo, que está em nós… num tipo de manutenção continuada.

 

por hora, o que vocês vão ver é… um trajeto, em mil rotas. um trajeto que se cruza entre lisboa, amadora e sintra. e que vai e volta. todos os dias. apinhado de gente, mesmo que em outras horas, vazio. por hora, por agora, por esse momento, nesse instante, o que vocês vão ver de nós é essa entrega, entremeada de conversas… que convidam a ouvir outras histórias, outros barulhos, novas resenhas… do que há pela linha e que estamos registrando ao longo da feitura de um filme-ensaio de autorreferência artística, que é sobre uma das ligações ferroviárias mais utilizadas da europa ocidental, que corta a região com maior densidade populacional negra da península ibérica, em portugal.

 

para o FITEI 24, trazemos o diário, poético e experimental, do processo de feitura desse projeto que estamos desenvolvendo desde 2021, ofertando através de uma escrevivência redigida a partir de diferentes vozes, diferentes imagens… em sons, palavras, reflexões, ações e outras camadas.

 

Capítulo VI. COMO É FAZER CINEMA NEGRO PORTUGUÊS? 

Para arrematar esta escrita, me volto para a questão da manutenção. É fácil fazer cinema em Portugal? É fácil fazer arte neste país? E se, ainda mais, esta for uma produção que traz outras vivências, outros corpos, outros territórios, não mapeados? A luta por financiamento e apoios na área da cultura é tão árdua em Portugal, que dirá para quem está indocumentade, ou não possui estrutura material e vem das periferias. Por isso, finalizo a narrativa, trazendo um pouco das nossas estratégias e necessidades do filme, em um relato autobiográfico sobre o que pode vir a ser o cinema negro português. Relato expresso em 1 página e ½.

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Companhia/Artista

Coletivo Artístico Nêga Filmes & Produções

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Ficha Artística

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